Depois de uma super aula na facul, os nerds de Letras resolveram sair da toca e tomar um solzinho.
Quando eu descí, as meninas estavam sentadas no banco de pedra e o Bruk tava de pé. Aí eu cheguei e o meu bode levantou. Eu sentei e ela sentou no meu colo. Normal.
A gente mega empolgadas falando idéias que estavam brotando sobre o trabalho de psicologia (o nosso tema é o movimento Hippie) e conversava vai, conversa vem, chega um segurança na gente:
- Oi, será que você podia sentar no banco?
Todo mundo olhou pra ele e eu e meu bode desacreditamos: era pra gente. Aí ela saiu do meu colo numa boa, sentou numa brecha do banco e ele falou que não podia e talz, mas que não era nada pessoal.
- Oi, alguém me explica o que foi isso?
- Claro, só o segurança pra olhar pra Xúllya e achar que ela é gay.
- Oi, meu nome é Xúllya e eu sou gay. - disse o meu bode e caímos na gargalhada.
Eu nem vou comentar esse episódio. A situação é tão ridícula, o constrangimento do segurança em ver o meu bode sentada no meu colo, a risada geral logo depois... gente, qualé?! Ser gay não é ter lepra. Você se assustaria e/ou atravessaria a rua se eu dissesse 'Oi, meu nome é Andréa e eu sou gay'?
Oi, meu nome é Xúllya e eu sou gay.
sábado, 22 de agosto de 2009
Digerido por .Déa. às 20:36
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1 comentários:
Tá de boa que nem gay eu sou, mas enfim né. UAHUA tipo, fiquei muito p*ta de não poder sentar no teu colo, cmolidar//
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